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Pescadores artesanais do Espírito Santo

Pescadores artesanais do Espírito Santo   Pescadores artesanais do Espírito Santo   Pescadores artesanais do Espírito Santo

Um retrato atual dos pescadores do litoral capixaba, com o enfoque na figura humana. Suas histórias de vida, lutas, frustrações e perspectivas. Vidas de muito esforço, risco e sacrifício, mas com fé e emoção. Este é em síntese o tema do livro totalmente ilustrado Pescadores Artesanais do Espírito Santo (Editora Esplendor, 192 páginas), que está sendo lançado em todo o país, do jornalista Eduardo Sganzerla e da fotógrafa e designer Mariana Branco.

              Não é um trabalho científico e nem acadêmico. E os autores não pretenderam também esgotar o assunto. Trata-se de um livro de reportagens, que mostra instantâneos da realidade de homens e mulheres que lutam para sobreviver com a atividade de seus antepassados, apesar da crescente ocupação urbana do litoral, da presença de grandes empresas em suas praias e da poluição. Instantâneos, no entanto, que revelam muito das vidas dos pescadores brasileiros.

            Viajando por mais de 1.500 quilômetros pelas praias capixabas, muito por estradas não-pavimentadas e ilhas escondidas, os autores entrevistaram in loco os pescadores e documentaram com mais de 1.500 fotos suas praias e atividades. Deram preferência aos pescadores mais velhos, por razões óbvias, a fim de dar-lhes oportunidade de registrar suas experiências, transmitir seus ensinamentos e externar suas emoções e desencantos. Os autores demoraram um ano para concluir o livro.

                                        Organização comunitária e defesa do meio ambiente

            Além de retratar as figuras humanas, as reportagens mostram algumas experiências marcantes da recente luta dos pescadores para organizar suas comunidades, em defesa de seus direitos e da própria sobrevivência. E em busca de melhores condições de vida e de trabalho. E tudo isso é muito recente.

            Este é o caso dos pescadores da Vila de Regência, em Linhares, litoral Norte do Espírito Santo. Na pequena vila, os pescadores uniram experiência e habilidade para criar um sistema cooperativo de pesca que pode ser considerado modelo no Espírito Santo e no Brasil, sob a liderança de Leones Carlos. Nas ilhas das Caieiras, em Vitória, as mulheres dos pescadores foram à luta: as desfiadeiras de siri criaram uma cooperativa-modelo no ambiente urbano, elevando o padrão de renda das famílias e se tornaram referência na gastronomia da capital capixaba.

 A luta de “Russo” e dos pescadores de Ubu e Parati contra dois gigantes também é marcante, em Anchieta, litoral Sul do Espírito Santo. Para defender o espaço dos pescadores, Adilson Ramos Neves, 50 anos, homem franzino, mas determinado, lidera uma batalha que remete às antigas escrituras. Uma luta de Davi não contra um, mas contra dois Golias.

O livro também abre espaço para os governos do estado e federal apresentarem seus pontos-de-vista e ações em prol da pesca e dos pescadores no estado. Assim como também opinam lideranças da área, presidentes de colônias, que expõe suas críticas e dizem o que é preciso para o setor de pesca e a vida dos pescadores melhorem.

            Mas não é fácil a vida dos pescadores. Quem resume todo esse quadro é Benedito Matias Porto, conhecido por Bi, de Conceição da Barra, litoral Norte, na divisa com a Bahia. “Nós, pescadores, vivemos praticamente até hoje em um sistema arcaico, por falta de assistência do poder público, que nos abandonou de tal forma que temos que ser doutores de nossa própria causa. Parece que somos seres invisíveis. Mas, mesmo assim, os pescadores têm uma cultura de resistência. Por isso, sobrevivem”.

            Além de registrar a memória dessas comunidades, Pescadores Artesanais do Espírito Santo pretende ser uma contribuição no sentido de chamar a atenção de todos para a necessidade da preservação dessa atividade – e das vidas humanas que dela dependem – que corre o risco de extinção em breve tempo, no Brasil.

            O livro foi viabilizado com recursos da Lei Rouanet, com o apoio da Cia. Branco, empresa de força e energia, sediada no Paraná.

Cód. Produto: 198


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Detalhes

 

  • Editora: Esplendor
  • Autores: Mariana Branco e Eduardo sganzerla
  • ISBN: 97885634120207
  • Origem: Nacional
  • Ano: 2010
  • Edição: 1
  • Número de páginas: 192
  • Acabamento: Brochura
  • Formato: Grande
Telefone para contato: 41 3253-4608 Formas de pagamento
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